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Em construção!

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KÊNIA LIBANIO

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Diretora Executiva

Kênia Libanio é graduada em piano, gestora, educadora musical e produtora cultural. Fundou e dirige a Associação Cultural Casa de Música de Ouro Branco desde 2001. Reconhecida pelo incansável trabalho à frente da Casa de Música.
Implantou os projetos: Dando Cordas e sopros, Jovem Orquestra de Ouro Branco, Festival de Violoncelos, Semana da Música, Série de Concertos, Inclusão através da música, Escola vai ao concerto.

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MATIAS DE OLIVEIRA PINTO

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in memoriam

Diretor Artístico Emérito

O violoncelista Matias de Oliveira Pinto foi um dos idealizadores do Festival de Violoncelos de Ouro Branco, que agora leva seu nome.  Foi ainda o Diretor Artístico desde a primeira edição, em 2014.

Ele nos deixou precocemente em 2025, mas segue sendo o guia do festival, de seus alunos e professores. 

Matias era natural de São Paulo onde iniciou seus estudos musicais. Em 1980, mudou-se para Berlim como bolsista da Fundação Herbert von Karajan. Na Europa estudou na Escola Superior de Música de Berlim (HdK) e na Academia Franz Liszt de Budapeste.

Pedagogo muito solicitado, Matias foi professor de violoncelo na Universidade das Artes de Berlim, na Faculdade de Música de Münster e frequentemente ministrava masterclasses em diversos países. 

Ele realizou extensas turnês pelos EUA, vários países da América do Sul, toda a Europa, Ásia, Nova Zelândia e Austrália, apresentando-se também em importantes festivais.

Diretor Artístico do Festival Celloherbst, na Alemanha, se apresentou também como regente em vários países europeus. Em Berlim, foram vários concertos nas salas mais importantes da cidade como, por exemplo, Philharmonie, Konzerthaus, Appollo-Saal Der Staatsoper, entre outras. Gravou Cd’s pelos selos europeus Academy, Kreuzberg Records, Bella Musica, Hungaroton Classics e Cello Colors.

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Eduardo Swerts

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Diretor Artístico Associado
Violoncelo

O belo-horizontino Eduardo Swerts graduou-se em Violoncelo na Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e, na Alemanha, concluiu o Mestrado em Performance, o Artist Diploma e o Kammermusik Studium na Musikhochschule Münster e na Robert Schumann Hochschule Düsseldorf.

Membro da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2012, atuou também em outras orquestras na Alemanha e Itália – Festival delle Nazioni –, além da Orquestra das Américas como Primeiro Violoncelo. Venceu o I Concurso de Música de Câmara de Münster com a pianista Risa Adachi, apresentando-se na Grécia, Portugal, Alemanha e Brasil. Como membro do Trio Villani, lançou em 2016 o álbum Três Tons Brasileiros através do selo Natura Musical, projeto de estreia do grupo.

Professor de violoncelo da UEMG, é convidado regular em vários festivais de música no Brasil, além de idealizador e diretor artístico do Belo Cello Festival. Lecionou na Staatliche Musikschule des Emslandes e MS Steinfurt, e foi professor assistente na Academia da Musikhochschule Münster. Foi bolsista do KAAD e da Fundação Yehudi Menuhin - Live Music Now. Eduardo é também bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais.

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Márcio Carneiro

Diretor Artístico Associado
Violoncelo

Márcio Carneiro nascido no Rio de Janeiro, iniciou seus estudos musicais com a idade de seis anos. Depois de um primeiro prêmio que lhe foi atribuido pela Associação das Escolas de Música do Brasil, Márcio Carneiro veio para a Europa prosseguir estudos de aperfeiçoamento com André Navarra.

Em 1977 obteve, com a mais alta distinção o diploma de solista da Nordwestdeutsche Musikakademie (Musikhochschule Detmold) onde dois anos mais tarde foi nomeado por concurso professor catedrático. Atualmente concentra sua atividade pedagógica no  conservatório superior de Lausanne-Sion na Suíca.

Como solista, Márcio Carneiro apresenta-se com numerosas orquestras e em recitais por toda a Europa, Japão, Coréia e nas Américas. A crítica refere-se com particular relêvo à „beleza da sonoridade, perfeição técnica e à autenticidade do seu estilo".

Recebeu o ,Diploma de Honra' da Academia Chiggiana de Siena, e foi premiado no Concurso Tschaikowsky de Moscou.

Márcio Carneiro é artista participante em Festivais como Florença, Arezzo, Sion, Flaine, Óbidos, Estoril e Bariloche além de "Master Classes" em Santiago (Chile), Austin (Texas) , Seoul (Coréia), Dublin (Irlanda), Courchevel (França), e San Francisco (Califórnia). Em Portugal é convidado pela "Metropolitana" e pelo conservatorio de Carnide (Lisboa), como também em Aveiro, Porto, Óbidos e Sines.

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RISA ADACHI

Diretora Artística Associada
Piano

Nasceu em Hyogo, Japan, onde em 2005 tirou o seu diploma de Bacharelado em Musica. Desde 2005 estudou na Musikhochschule Münster na classe do Prof. Michael Keller, onde em 2007 concluiu com sucesso o Künstlerische Ausbildung. Estudou Musica de Camara e acompanhamento na Robert Schumann Hochschule de Düsseldorf na classe do  Prof. Yumiko Maruyama, e em 2012 recebeu o seu certificado com distinçao.  Nos anos de 2009 me 2010 apresentou-se na WDR-Sendungen, e no ano de 2012 no Festival Rheingau Musik. Além disso desde 2009 e bolsista do Yehudi Menuhin Stiftung „Live Music Now“. Participou de Master Classes com Prof. Rudolf Kehrer, Prof. Stefan Arnold e Herrn Paul Gulda. Desde abril de 2009 e professora contratada na disciplina de Correpetiçao na Musikhochschule Münster e desde novembro 2012 e tambem professora contratada na disciplina de acompanhamento de piano na Robert-Schumann Hochschule de Düsseldorf. Alem disso foi convidada para atuar como pianista correpetidora em Master Classes com musicos como Prof. Matias de Oliveira Pinto, Prof. Helge Slaatto e Prof. Martin Löhr.

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LanFranco marcelletti jr.

Regência

O maestro, professor e pianista Lanfranco Marcelletti Jr., nascido no Brasil, iniciou seus estudos musicais como pianista em sua cidade natal, Recife. Sua carreira como pianista e regente o levou a diversos países da Europa, América do Norte e América do Sul.

No mundo da ópera, regeu no Rossini Opera Festival (Pesaro, Itália), na Vlaamse Opera (Gante/Antuérpia, Bélgica), no Glimmerglass Opera Festival (Cooperstown, NY), na Commonwealth Opera (Northampton, MA), no Teatro Calderón (Valladolid, Espanha) e na Albany University (NY).

Entre os reconhecimentos recebidos, destacam-se o primeiro lugar tanto no II Concurso Internacional de Regência, promovido pela Orquestra Sinfônica do Chile, quanto no Concurso Giovani Solisti di Roma, na categoria piano; o Prêmio Artista Revelação do Ano em Regência, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte; além do Dean’s Prize e do Eleazar de Carvalho Prize, ambos conferidos pela Universidade de Yale.

Marcelletti formou-se em regência orquestral pela Universidade de Yale e estudou piano e composição na Hochschule für Musik und darstellende Kunst de Viena, piano na Musik Akademie de Zurique e no Conservatório Pernambucano de Música, em Recife. Ocupou os cargos de diretor musical da Cayuga Chamber Orchestra (EUA), das Orquestras Sinfônicas de Xalapa e Aguascalientes (México); foi diretor associado da Accademia Rossiana, no Rossini Opera Festival; e coordenador artístico por duas vezes da Orquestra Criança Cidadã, projeto dedicado exclusivamente à formação de jovens de comunidades de baixa renda em sua cidade natal.

Como professor, atuou como docente de regência orquestral e diretor de orquestra no Amherst College e na University of Massachusetts (ambas em Amherst, Massachusetts, EUA), além da Universidad Veracruzana, em Xalapa, México.

Atualmente, Lanfranco Marcelletti Jr. é Professor Titular e Diretor das Atividades Orquestrais da Texas Tech University School of Music (Lubbock, Texas), nos Estados Unidos, e Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica do Recife, no Brasil.

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charles roussin

Maestro convidado da JOOB

Charles Bruno Roussin é bacharel e mestre em Regência Orquestral pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2020, concluiu o Doutorado em Regência de Orquestra pela Universidade de Aveiro, em Portugal, com pesquisa dedicada a aspectos históricos e de performance da música dramática do século XVIII.

Sua trajetória artística inclui a direção da Orquestra de Câmara de Itaúna e da Orquestra de Câmara de Ouro Branco, com as quais desenvolveu, entre 2000 e 2015, projetos de formação musical e difusão da música de concerto. Foi regente do Coral Lírico de Minas Gerais (2003–2004) e maestro da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (2008–2011), à frente de ampla programação sinfônica, didática e cênica, além de turnês pelo interior do país.

Como regente convidado, atuou com orquestras e coros no Brasil e em Portugal, entre eles o Coral Ars Nova, a Camerata Antiqua de Curitiba, a Orquestra Sinfônica da Paraíba, a Orquestra Acadêmica da Universidade de Aveiro e a Orquestra Filarmonia das Beiras.

Desde 2011, é professor efetivo da Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais, onde atua nas áreas de Regência Orquestral e Ópera Studio. Atualmente, coordena a área de Regência e a Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG.

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hyu-kyung jung

Violino

Natural de Seul, Coréia do Sul, Hyu-Kyung Jung iniciou seus estudos de violino aos seis anos de idade em Hamburgo, Alemanha, recebendo aos 11 anos a sua primeira premiação no Jugend Musiziert, em Frankfurt. Após concluir seu Bacharelado em 2006 na Kyung Hee University em Seul, retornou à Alemanha, onde concluiu o Mestrado em Performance e o Artist Diploma na Musikhochschule Münster. Seus orientadores foram Ji-Yoon Ahn, Helge Slaatto e Martin Dehning; também fez cursos com Malcolm Goldstein, Michael Gaiser e Young-Mi Cho.
Hyu-Kyung foi membro da EuroAsian Symphony Orchestra e da Sinfonieorchester Münster, além de Spalla da Kammerorchester Westfalen. Como violinista do Emsland Quartett, apresentou-se na Holanda, no Chile e no prestigiado festival Schleswig-Holstein, na Alemanha. Ainda como camerista, atuou na WDR3 Musikfest e na Deutscher Rundfunk, com gravação e transmissão ao vivo dos concertos pela rádio. Trabalhou com os compositores Rudolf Kelterborn, Kurt Schwertsik e Sidney Corbett em diferentes festivais de música contemporânea. Em 2022 se apresentou como solista convidada com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, em Brasília, e com a Orquestra Amazonas Filarmônica no Teatro Amazonas, em Manaus.
Além de ministrar masterclasses na Junge Ems Dollart Philharmonie, lecionou entre 2009 e 2012 na Musikschule Haltern am See e na Musikschule Nottuln, Alemanha. Hyu-Kyung foi bolsista da fundação Yehudi Menuhin – Live Music Now durante os seus estudos de pós-graduação. Em 2012 se mudou para o Brasil para integrar a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais – em 2017 se tornou violinista principal assistente e em 2023 violinista principal da orquestra.

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pablo de leon

Violino

Natural de Cascais – Portugal, foi bolsista da Fundação Vitae para aperfeiçoamento em violino e música de câmara na classe do professor Chaim Taub, em Israel.

Como solista tem se apresentado frente a importantes orquestras brasileiras e estrangeiras, sob a regência de maestros como John Neschling, Leon Spierer, Ira Levin, Jamil Maluf, José Maria Florêncio, Roberto Minczuk, Osvaldo Ferreira, entre outros. 

Atuou como spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira da Cidade do Rio de Janeiro de 2008 a 2014 e desde o ano 2000 ocupa o cargo de spalla da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Desde 2003, sob a regência do maestro Valery Gergiev, é o único violinista brasileiro a fazer parte da World Orchestra for Peace. Fundada por Sir Georg Solti e composta por spallas das principais orquestras do mundo.

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Raphael Egídio

Violino Suzuki

Raphael Egídio é fundador e diretor do Centro Suzuki de Brasília. Violinista, licenciado em Artes e pós-graduado em Educação Musical.

Em 2009 se tornou professor integrante da “Suzuki Association of the Americas” tendo desde então participado de festivais e encontros para professores no Brasil, Perú, Colômbia, Argentina, México e Estados Unidos. 

Entre 2010 e 2018 coordenou os módulos de violino e viola do Programa "Música para Crianças”, realizado na Universidade de Brasília—UnB. Este programa recebeu o “Prêmio Profissionais da Música 2017”, no módulo “Criação, Projeto de Educação Musical”.

Em 2016, concluiu (pela primeira vez) a capacitação nos 10 livros de violino da metodologia Suzuki e possui mais de 30 cursos realizados e registrados na SAA. 

Foi o primeiro professor residente na América Latina a possuir a premiação “Certificate of Achievement- Level 1″ conferido pela “Suzuki Association of the Americas”, que, através de avaliações, reconhece professores que possuem comprometimento e excelência em seu ensino, tendo recebido essa certificação em cerimônia de premiação na "Leadership Retreat", em Ohio (EUA). 

Seus alunos têm participado de festivais internacionais no Perú, Argentina, Colômbia, México e Estados Unidos.

Pode ser visto tocando com os seguintes artistas da MPB: Osvaldo Montenegro, Chico César, Elba Ramalho, Fábio Jr., Ney Matogrosso, Guilherme Arantes, Bibi Ferreira, Daniel, Ivan Lins e Juca Chaves.

Participou como músico convidado na Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, Orquestra Sinfônica de Santa Catarina, Orquestra de Câmara do Estado do Mato Grosso, Orquestra Filarmônica de Brasília e Sociedade de Concertos de Brasília.

Participou, em 2019 como apoio nas orquestras da 1a Convenção Suzuki das Américas, realizada em Cancún- México, tendo também, nessa oportunidade, apresentado trabalho nas sessões de palestras.

Em 2024, assume uma das vagas na diretoria da Associação Musical Suzuki do Brasil- AMSBrasil.

Membro fundador do Quarteto Natan Schwartzman.

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mikhail bugaev

Viola

Mikhail Bugaev nasceu em Novosibirsk, Rússia. Durante sua formação no Conservatório Estatal de Novosibirsk, onde estudou com Yuri Mazchenko, Mikhail iniciou sua carreira profissional como membro da Orquestra Sinfônica de Novosibirsk e da Novosibirsk Kamerata. Em 2009, mudou-se para os Estados Unidos para prosseguir os estudos e, em 2013, completou seu doutorado na Michigan State University, sob orientação de Yuri Gandelsman.

Nos EUA, Bugaev tocou regularmente com várias orquestras em Michigan; foi músico convidado nas orquestras de Minnesota, Grand Rapids, Arkansas e West Virginia. Como solista, apresentou-se com a Orquestra Sinfônica de Novosibirsk, a Novosibirsk Kamerata, a Orquestra Sinfônica de Livingston e a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.

É um ativo músico de câmara, tendo participado de festivais nos EUA (Brevard, Cello Plus, Music Mountain) e no Brasil (Ouro Branco), ministrou masterclasses em Campinas e Uberlândia. Atualmente, é um dos professores da viola na academia Orquestral da Filarmônica de Minas Gerais.

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Mauro BRAGA

Violoncelo Suzuki

Violoncelista bacharel em música popular pela UNICAMP (2004), sob orientação do professor Dimus Goudaroulis (Grécia). Iniciou-se na Metodologia Suzuki em 2010 com Shinobu Saito, complementando seus estudos na metodologia com os violoncelistas David Evenchick (Canadá) e Patrícia Pasmanter (Argentina). Membro da SAA (Suzuki Association of the Americas), é professor de violoncelo do Centro Suzuki de Campinas desde 2012. Atualmente é mestrando no Instituto de Artes da Unicamp com a pesquisa “Presença, Improviso e Comicidade”, em que investiga a criação de obras artísticas que borram os limites entre as linguagens da música, circo e teatro.

Fundador da Cia ORUÃ, circula por festivais de artes e centros culturais com espetáculos autorais pelo Brasil e exterior.

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TaíS GOMES

Contrabaixo

Taís Gomes é contrabaixista, professora e pesquisadora, atuando como Principal Assistente da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Aclamada pelo jornal La Stampa (Itália) pela pureza do som e pelo virtuosismo elegante, tem especial interesse pela linguagem lírica do contrabaixo. Como solista, apresentou obras do repertório para contrabaixo frente às orquestras Sinfônica Municipal de São Paulo, Petrobras Pró-Música e Sinfônica da Bahia.

De 2014 a 2023, foi chefe de naipe da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, com intensa atuação no repertório operístico. Iniciou seus estudos musicais aos sete anos, na Escola de Música de Brasília, e posteriormente dedicou-se ao contrabaixo sob a orientação de Ricardo Vasconcellos. Concluiu a especialização com nota máxima e louvor na classe de Massimo Giorgi, no Conservatorio Santa Cecilia di Roma.

Desde cedo, foi premiada em concursos como o Prêmio Armando Prazeres, o Premio Valentino Bucchi, o Concorso Nazionale Werther Benzi e o Concorso Caimmi. Também foi aprovada em audições para colaborar em temporadas da Filarmonica della Scala di Milano, da Orchestra dell’Accademia Nazionale di Santa Cecilia di Roma e da Orchestra del Teatro Regio di Parma.

Participou de turnês internacionais e gravações de trilhas sonoras com o compositor Ennio Morricone. Foi integrante da Youth Orchestra of the Americas e da Jeunesses Musicales World Orchestra, apresentando-se nas mais importantes salas de concerto da Europa, América do Sul e Ásia.

Com ampla experiência pedagógica, foi professora do Instituto Baccarelli e tem lecionado em renomados festivais de música no Brasil. Mestre pela UNESP, atualmente é doutoranda em Performance Musical na UFMG, sob orientação de Fausto Borém.

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Rodrigo frade

Flauta Transversa

Doutor em Sonologia (2022), Mestre em Performance Musical (2018) e Bacharel em Flauta (2014) pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Rodrigo Frade iniciou seus estudos musicais aos 7 anos de idade no Conservatório Estadual de Música Pe. José Maria Xavier na cidade de São João del Rei/MG. Ao longo de sua formação, foi aluno dos professores Daniel Della Sávia, Artur Andrés e Maurício Freire. Em masterclasses, teve aulas com vários flautistas internacionais, como Matthias Ziegler, Shanna Pranaitis, Camilla Hoitenga, Melody Chua, Carla Rees, entre outros.

É um dos intérpretes e organizadores do Festival 'Escuta Aqui!' (2020 - atual), festival dedicado à difusão da música contemporânea brasileira de jovens compositores. Foi responsável pela estreia de obras escritas por compositores latino-americanos, como solista e/ou membro de ensembles e apresentou-se na programação de vários ciclos de concertos e festivais no Brasil, destacando a Mostra Música em Ação da UFRGS (2025), Festival Internacional de Música de Domingos Martins/ES (2024 - 2025), Festival de Música Contemporânea Brasileira (FMCB 2022), Simpósio Internacional de Música Nova (SiMN 2018) e Oficina de Música de Curitiba (2015). No ano de 2021, Rodrigo recebeu bolsa integral para participar do FluteXpansions Sonic Immersion, um programa internacional focado em vários temas de performance e criação contemporâneas, organizado pela flautista e diretora artística Shanna Pranaitis.

Como pesquisador, tem difundido seu trabalho em importantes congressos nacionais e internacionais, como o XII Congresso da Federação Iberoamericana de Acústica (FIA 2022), Symposium Dialogues: Analysis and Performance da Universidade de Toronto (2021) e Congressos da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (ANPPOM).

Atualmente Rodrigo Frade é Professor Adjunto de Flauta Transversal na Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais.

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PAULA PIRES

Clarineta

PAULA PIRES é doutora em música pela Universidade de Évora, em Portugal, e mestra clarinete solo, com nota máxima, pela Hochschule für Musik und Tanz Köln na classe do professor Ralph Manno.

Atua intensamente como solista de música contemporânea, camerista, instrumentista de orquestra e tem sido presença registrada em festivais de música nacionais e internacionais.

Iniciou os estudos musicais em sua cidade natal, Belo Horizonte e concluiu o bacharelado em clarinete pela UNESP, em São Paulo. Foi bolsista de pós-graduação do DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico) e premiada com a bolsa de aperfeiçoamento técnico e artístico da FUNARTE, para estudos acerca de Karlheinz Stockhausen, além de vencedora do “1° Concurso Jovens clarinetistas Devon e Burgani”, “Jovem Músico BDMG”, do “II concurso de Jovens Solistas da OSMG” e primeira colocada no “Stockhausen Preis-2022” pela sua performance de Harlekin, em Kürten, na Alemanha.

Atualmente é integrante da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, em Brasília.

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Janne Gonçalves

Piano

Janne Gonçalves é Mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, pós-graduada em Pedagogia do Piano pelo Conservatório Brasileiro de Música e bacharel em Música pela Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES). Foi professora da FAMES e, atualmente, é professora e coordenadora da Escola de Música Gabriel Camargo.

Sua dissertação de mestrado resultou em importante pesquisa sobre o maestro Francisco Braga, reunida no trabalho *Francisco Braga e suas obras para piano solo*. Em 2010, gravou o CD *Canto e Piano Erudito com Alma Capixaba*, ao lado das cantoras Meire Norma e Neuza Muniz, projeto selecionado pela Secretaria de Cultura do Espírito Santo (Secult). No ano seguinte, participou do CD *Rerigtiba*, do compositor Marcelo Rauta, registrando as obras para piano solo *Suíte nº 1* e *Suíte nº 3 – Mestres Brasileiros*. Também realizou a estreia do *Concerto nº 1* de Rauta, sob a regência do maestro Helder Trefzer. Como solista e camerista, já se apresentou em inúmeros recitais pelo Brasil e no exterior.

Com dedicação ímpar à pedagogia do piano, desenvolve um trabalho sólido na formação de jovens pianistas. Seus alunos já conquistaram centenas de premiações em concursos nacionais e internacionais, com destaque em países como Portugal, Espanha, Colômbia, Itália, Inglaterra, Bélgica, Estados Unidos, entre outros.

Entre os feitos recentes, destacam-se: - O resultado expressivo no I Concurso Lígia Amadio para Mulheres Solistas, onde três de suas alunas foram premiadas entre mais de 90 candidatas de todo o Brasil: Patrícia Yamazaki (1º lugar), Olívia Tebaldi (1º lugar) e Sara Canal (3º lugar). - A conquista de Estevão Gomes, vencedor do programa Prelúdio em 2024, tornando-se também o pianista brasileiro mais jovem, aos 16 anos, a executar integralmente os 27 Estudos de Chopin em um único recital.

Em 2024, foi jurada do prestigiado Concurso de Santa Cecília, em Portugal, na categoria Júnior. Janne também se dedica à formação docente, ministrando cursos pedagógicos para professores com ênfase nos diferentes níveis de ensino do piano — elementar, intermediário e avançado. É presença constante em palestras e cursos de pós-graduação em instituições do Brasil e do exterior.

Atualmente, é presidente da WPTA Brasil, onde coordena uma série de palestras e masterclasses, sempre com o objetivo de promover um pianismo sério, consistente e livre dos mitos que frequentemente cercam o ensino do instrumento.

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CLÁUDIO DAUELSBERG

Piano
Wokshop - Práticas Criativas

Pianista, arranjador, compositor, produtor e professor doutor da UNIRIO. Duplamente premiado em 2023 pelo “PPM 2023”, como melhor instrumentista e professor. Indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2023 com o grupo Pianorquestra. Claudio Dauelsberg já gravou 9 CDs, 2 DVDs e inúmeros singles. O CD com os concertos de “Bach”, gravado com a Orquestra de Câmara de Moscou, foi premiado pela Norddeutscher Rundfunk e o CD “Além das Imagens”, indicado para o prêmio Sharp. Claudio tem 2 DVDs gravados com o “PianOrquestra, 10 mãos e 1 piano”, grupo idealizado por ele, onde atua como diretor musical, arranjador e pianista, que foi considerado um dos 10 melhores espetáculos do ano pelo jornal O Globo, além de inúmeros prêmios (Itaú rumos, Classical Next, entre outros).
Claudio já se apresentou ao lado de Plácido Domingo, Bob Mintzer, Bireli Lagrene, Toots Thielemans, Chick Corea, Hermeto Pascoal, João Bosco, Nico Assumpção, Yamandu Costa, Marcos Suzano, Toninho Horta, entre tantos outros músicos da MPB. Recentemente gravou e arranjou projetos para o Pianorquestra com Ana Canãs, Marcelo Jeneci, Tulipa
Ruiz, Mariana Aydar e João Bosco.
Com mais de 25 turnês internacionais onde passou pelos principais teatros e Festivais europeus como: Montreux Jazz Festival (3 vezes), Vancouver Jazz Festival, “Festival La Roque D’Antheron” (França), Elbphilarmonie (Hamburgo), Konzerthaus Berlin, Tallinn International Piano Festival, Centro Cultural Belém, Casa da Música, Blue Note, Concertgebow Amsterdam, Suécia entre outros Realizou turnês pela América do sul (Chile, Argentina entre outros) e América do Norte (Vancouver Jazz festival, Calgary Jazz Festival).

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Violão

Criado em 2012, o Duo Vincens-Maciel, formado pelos violonistas Guilherme Vincens e Michel Maciel, destaca-se no cenário da música instrumental brasileira pela excelência artística, pela pesquisa constante e pela busca de novos repertórios. Além de violonistas com carreiras consolidadas, seus integrantes atuam como docentes e pesquisadores em importantes universidades federais brasileiras, reunindo em sua trajetória artística e acadêmica uma ampla experiência com a performance, o ensino e a investigação musical.

Dedicado à interpretação de obras brasileiras, latino-americanas e europeias para dois violões, o duo construiu uma trajetória marcada pela versatilidade, pela sensibilidade musical e pela constante exploração das possibilidades expressivas do instrumento.

Com apresentações em importantes festivais e salas de concerto em diversas regiões do Brasil como Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul (incluindo concerto com orquestra sinfônica) — o Duo Vincens-Maciel vem conquistando reconhecimento pela qualidade e expressividade de suas performances.

A sintonia entre Guilherme Vincens e Michel Maciel resulta em interpretações envolventes, marcadas por refinamento técnico e profundidade expressiva. Em cada apresentação, o duo celebra a riqueza e a diversidade da música instrumental, estabelecendo um diálogo entre tradição, investigação e novas possibilidades para o repertório do violão.

Guilherme Vincens é doutor em performance musical (violão) e etnomusicologia pela Universityof Arizona. Estudou com Thomas Patterson e David Russell. Aperfeiçoou-se nas masterclasses de John Williams, Pepe Romero, Sérgio e Odair Assad,  Eduardo Fernández, Roland Dyens, Paul O’dette e Paul Galbraith, entre outros. Recebeu 11 premiações em concursos internacionais de violão, destacando o 1º Lugar no XI Concurso de Portland, EUA em 2003. Apresentou-se em importantes salas de concerto nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, México, Chile, Itália, Alemanha, Espanha, Portugal e Brasil. É professor do curso de música da UFSJ em São João del-Rei/MG.

Michel Maciel é doutor em música (Performance Musical) pelo Programa de Pós-Graduação em Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É professor do quadro permanente da Escola de Música da UFMG, onde atua nas áreas de violão e música popular, com ênfase em performance e história da música popular, desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão. Anteriormente, lecionou no Conservatório Estadual de Música Padre José Maria Xavier, em São João del-Rei (MG), e na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Além da docência, mantém intensa carreira como violonista, apresentando-se em algumas das principais salas de concerto do Brasil e do exterior, incluindo Estados Unidos, França, Suíça e Itália. Atuou ao lado de importantes nomes da música popular brasileira, como Milton Nascimento, Toninho Horta, Fernanda Takai, entre outros. Sua produção artística e acadêmica concentra-se no repertório para violão, na música instrumental brasileira, na música popular e na prática camerística, articulando performance e pesquisa

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ROSANA GARBIN

Flauta Doce Suzuki

Rosana Garbin é fundadora e diretora do Centro Suzuki de Brasília.
Nascida em família de músicos, iniciou seus estudos ainda criança dando continuidade Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos”- Tatuí/SP. Formada em Música pela Universidade de Brasília (UnB).
Entre 2010 e 2018 coordenou o módulo de flauta doce do Programa "Música para Crianças”, realizado na Universidade de Brasília—UnB. Este programa recebeu o “Prêmio Profissionais da Música 2017”, no módulo “Criação, Projeto de Educação Musical”.

Professora integrante da “Suzuki Association of the Americas” em atuante participação de festivais e encontros para professores no Brasil, Perú, Estados Unidos e México. 

Foi a primeira professora de flauta doce na América Latina a possuir a premiação “Certificate of Achievement- Level 1″ conferido pela “Suzuki Association of the Americas” a professores que demonstram um excelente compromisso com a excelência em seu ensino. Atualmente só existe dois professores com este certificado no Brasil, sendo os dois professores do Centro Suzuki de Brasília.

Vem difundindo o Método Suzuki para Flauta Doce em Brasília, tendo seus alunos participado de festivais nacionais e internacionais, no Brasil, Perú, México e Estados Unidos.

Em 2015, participou como apoio no III Encontro Suzuki da América Latina em Lima -Perú, sendo professora no 30º Festival Internacional Suzuki de Música do Perú. Em 2018 na equipe de professores na III Maratona de Flauta Doce promovida pelo Centro Suzuki de São Paulo.

Participou, em 2019 como apoio nas orquestras da 1a Convenção Suzuki das Américas realizado em Cancún- México.

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JOOB
Jovem Orquestra de Ouro Branco

A Jovem Orquestra de Ouro Branco, nossa JOOB, sempre acreditou no poder da música como agente de mudança. E hoje, celebramos mais uma audaciosa transformação: nos tornamos oficialmente a JOOB Sinfônica.

Desde nossa fundação em 2001, como Orquestra de Câmara de Ouro Branco, grupo artístico da Casa de Música de Ouro Branco, temos um compromisso inabalável com a formação musical de excelência para os jovens de nosso estado.

Ao longo dessa jornada, nossos jovens músicos tiveram a oportunidade de fazer música de alto nível ao lado dos mais respeitados nomes da música erudita nacional e internacional, explorando um repertório amplo e diversificado que vai do sacro ao jazz, do barroco ao contemporâneo.

No início de 2025, a mudança da Casa de Música para sua sede própria foi encarada como a oportunidade perfeita para ampliar nossa escala e nosso impacto.

O acréscimo de mais instrumentos à nossa orquestra significa não apenas uma paleta de timbres mais rica e complexa, mas, principalmente, maior potência para continuar fazendo o que já está em nosso DNA: transformar vidas através da música.

A JOOB Sinfônica é mais do que um novo nome, é a esperança de um som mais grandioso, de projetos mais ousados, capazes de tocar ainda mais corações.

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orquestra sinfônica da polícia militar de minas gerais

A Orquestra Sinfônica da Polícia Militar de Minas Gerais (OSPM) foi fundada em 1948, tendo realizado sua primeira apresentação pública em 18 de março de 1949. Ao longo de mais de sete décadas de atuação, consolidou-se como um dos importantes grupos musicais de Minas Gerais, unindo a tradição da música sinfônica à missão institucional da Polícia Militar.

 Em sua trajetória, a OSPM também teve papel relevante na formação de jovens músicos, especialmente por sua ligação histórica com a Escola de Formação Musical de Belo Horizonte, contribuindo para a formação de diversos profissionais que se destacaram no cenário musical brasileiro e internacional.

 Atualmente, a OSPM participa de solenidades oficiais, concertos, eventos culturais e apresentações públicas em Belo Horizonte e em diversas regiões de Minas Gerais, utilizando a música como instrumento de aproximação entre a Polícia Militar e a sociedade. Em reconhecimento à sua relevância histórica e cultural, a Orquestra foi declarada Patrimônio Cultural de Minas Gerais pela Lei Estadual nº 22.453, de 23 de dezembro de 2016.

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orquestra da rede batista de educação

A Orbe é um grupo de câmara que atua como uma extensão do projeto pedagógico da Rede Batista de Educação (RBE).

Sua atuação está fundamentada em quatro pilares: Educacional (educar por meio da arte); Formativo (voltado ao desenvolvimento humano); Cultural (oferecer à sociedade concertos e recitais de alta qualidade); e institucional (representar a RBE em eventos oficiais, consolidando a instituição como referência educacional no Brasil).

A direção artística e a regência estão a cargo do maestro César Timóteo, músico e gestor com sólida trajetória na área da música e da educação. Graduado em Violino e Canto pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pós-graduado em Gestão de Pessoas pela Universidade de São Paulo (USP), Timóteo construiu uma carreira marcada pela atuação artística, pedagógica e de gestão.

À frente da Orbe, César Timóteo reúne essas experiências em uma proposta que compreende a música de câmara não apenas como prática artística, mas como espaço de escuta, colaboração, criatividade e desenvolvimento humano.

Assim, a Orbe consolida-se como um dos projetos artísticos da Rede Batista de Educação, aproximando educação e cultura, reafirmando o compromisso da instituição com uma formação que vai além da sala de aula.

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Ars Nova-coral da ufmg

​O Ars Nova-Coral da UFMG é um dos mais longevos coros brasileiros em atividade. Desde sua fundação, em 1959, o grupo realizou mais de 1500 apresentações no Brasil e em outros 17 países, além de ter sido premiado em importantes festivais nacionais e internacionais. Regido pelo maestro Lincoln Andrade desde 2017, o Ars Nova realiza inúmeros concertos em Belo Horizonte, com destaque para a série Banquete de Vozes do Natal, além de diversos concertos feitos em outras cidades de Minas e do Brasil. Nos anos de 2020 e 2021, diante do isolamento social imposto pela pandemia, o grupo apresentou coros virtuais que somam mais de 45 mil visualizações no Youtube, além de participar de festivais virtuais internacionais e ações como um Concurso de Composição para Coro. Em 2022, retomou a agenda presencial com o projeto “Restauração e Celebração”, de maneira cuidadosa e consciente, pretendendo se reinserir na cidade e na rotina das pessoas, através de concertos presenciais. Desde 2023 até o momento, o Ars Nova-Coral da UFMG tem se apresentado em eventos organizados pela reitoria da UFMG, além de uma intensa agenda própria com vários concertos, apresentando um repertório diferenciado que vai da música barroca à música contemporânea, além de arranjos especialmente escritos de clássicos da música popular brasileira.

Associação Cultural Casa de Música de Ouro Branco

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