Circuito Cultural em parceria com o Trio Amaranto

Publicado
22 de Jun
2015

Orquestra de Câmara de Ouro Branco e trio Amaranto apresentam novo projeto e promovem encontro entre a música popular e erudita

Com repertório diversificado, os dois grupos sobem aos palcos juntos pela primeira vez dia 28 de junho, domingo, no MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal, em Belo Horizonte; e no dia 3 de julho, sexta,  na Capela de Santana do Hotel Fazenda Pé do Morro, em Ouro Branco

Traçar caminhos originais sempre foi uma das características da Orquestra de Câmara de Ouro Branco, grupo formado por alunos e professores da Casa de Música, iniciativa apoiada pela Gerdau.  Por ser ligada a crianças e jovens, a instituição procura novos desafios que levem os integrantes a descobrir possibilidades diversas. Foi assim que surgiu a parceria com o trio Amaranto, um dos principais conjuntos vocais de Minas, formado pelas irmãs Flávia, Lúcia e Marina Ferraz . O projeto inédito será levado aos palcos como parte do Circuito Cultural 2015, no dia 28 de junho, domingo, às 16h, no MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal, em Belo Horizonte; e no dia 3 de julho, sexta-feira, às 20h, na Capela de Santana do Hotel Fazenda Pé do Morro, em Ouro Branco. A entrada para as duas apresentações é gratuita.

“No ano passado, a Orquestra de Câmara de Ouro Branco, que tem regência do Charles Roussin, fez um concerto com o repertório formado por temas de filmes. Foi muito interessante e didático, pois possibilitou que cada integrante conhecesse melhor a parte rítmica que a música popular exige e que é diferente do que eles estão acostumados”, relata Kênia Libânio, coordenadora da Casa de Música. Desde então, a orquestra estava em busca de um projeto que mostrasse outras vertentes da música, uma ponte entre os estilos. “Convidamos então o Amaranto, que tem um trabalho muito bonito, com melodias claras e bem desenvolvidas. Acabamos descobrindo que elas inclusive já tinham alguns arranjos para orquestra, o que tornou o encontro ainda mais feliz”, completa Kênia.

O concerto traz um programa especial: composições que surgiram de parcerias entre nomes como Thiago Godoy, Édil Guedes, Guga Shultze, Renato Savassi, Ronaldo Simões Coelho e as próprias cantoras Flávia e Marina Ferraz. Todas elas com arranjos feitos por Alexandre Guimarães, Cláudio Lage e Renato Goulart.

No repertório estão músicas como Curumim, de  Djavan; The fool on the hill de John Lennon e Paul McCartney e Estórias do Tempo da Canção, de Thiago Godoy e Édil Guedes, com arranjo de Alexandre Guimarães. Já Faltando um pedaço, de Djavan e Canta quando a noite cai, de Flávia Ferraz e Édil Guedes, tem arranjo de Renato Goulart, enquanto Manhã de Sol de Thiago Godoy e Guga Shultze e  Olhos Virados, do Amaranto, foram arranjadas por Cláudio Lage.

O resultado da reunião de áreas diversas da música – a canção e o erudito; o tradicional e o novo; as vozes e os instrumentos – promete surpreender o público. O concerto conta ainda com a participação do Coral Infantil da Casa de Música de Ouro Branco.

A Casa de Música conta com patrocínio da Gerdau, Milplan Engenharia e White Martins através das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura.

CONCERTO

Orquestra de Câmara de Ouro Branco e Amaranto

Participação: Coral Infantil da Casa de Música de Ouro Branco

Regência: Charles Roussin

28/06 (domingo) - 16h

MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal

Praça da Liberdade, s/nº (Prédio Rosa) - Belo Horizonte

03/07 (sexta-feira) - 20h

Capela de Santana do Hotel Fazenda Pé do Morro

Rodovia MG 129, Km 174 - Ouro Branco

Entrada gratuita

Programa

Curumim

(Djavan)

arr. Alexandre Guimarães

Estórias do Tempo da Canção

(Thiago Godoy/ Édil Guedes)

arr. Alexandre Guimarães

Canta quando a noite cai

(Flávia Ferraz e Édil Guedes)

arr. Renato Goulart

Faltando um pedaço

(Djavan – arr. Renato Goulart)

Manhã de sol

Amaranto

(Thiago Godoy/Guga Shultze)

arr. Cláudio Lage

Olhos Virados

Amaranto

arr. Cláudio Lage

Quarto azul

Amaranto

(Titi Godoy/ Marina Ferraz)

arr. Cláudio Lage

Caxinguelê

(Renato Savassi e Ronaldo Simões Coelho)

The fool on the hill

(Lennon- McCartney)

arr. Alexandre Guimarães

A violeira

(Tom Jobim e Chico Buarque)

arr. Renato Goulart

Orquestra de Câmara de Ouro Branco

Criada em 2001, a Orquestra de Câmara de Ouro Branco é formada por cerca de 20 alunos das oficinas de instrumentos da Casa de Música de Ouro Branco. Desde então, vem realizando diversos concertos em Ouro Branco e nas cidades da Estrada Real, dentro do Projeto Circuito Cultural, com o patrocínio da Gerdau, por meio das Leis Federal e Estadual de Incentivo à Cultura. Um dos objetivos da Orquestra jovem é valorizar e incentivar a composição contemporânea de música erudita. Em 2005, a Orquestra estreou as primeiras obras comissionadas, escritas pelos compositores Calimério Soares, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ernani Aguiar, Ronaldo Cadeu e Oiliam Lanna. Em 2007, outras três obras foram estreadas. As obras foram compostas por Rufo Herrera, Avelar Jr. e Nelson Salomé. A Orquestra de Câmara de Ouro Branco tem como regente titular o Maestro Charles Roussin.

Casa de Música de Ouro Branco

A Casa de Música é uma entidade sem fins lucrativos que desenvolve ações na área de ensino e divulgação da música erudita. Criada em 2001 por um grupo de professores e pais de alunos, a entidade tem como principais objetivos promover a difusão e a divulgação do acesso à música, criar alternativas de inserção e incentivar o intercâmbio cultural e a carreira de jovens músicos.

Mais informações: www.casademusica.org

Amaranto

As irmãs Flávia, Lúcia e Marina Ferraz trazem o entrosamento de casa. Sempre cantando e tocando juntas, realizam um trabalho vocal extremamente apurado, além de serem instrumentistas (violão, flauta e piano) com sólida formação acadêmica, seja na Universidade Federal de Minas Gerais, seja na conceituada Fundação de Educação Artística.Com criatividade e inteligência, o grupo elabora seus próprios arranjos, demonstrando que domina amplamente seus recursos musicais. Exploram-se, com elegância e bom gosto, elementos como cânones, contracantos, uníssonos e trios, e os cuidados precisos com a instrumentação são também notáveis. Tais qualidades têm recebido aplausos calorosos da crítica mais inteligente – nomes como Mauro Dias, João Paulo Cunha e José Domingos Raffaelli –, além de encontrar forte reconhecimento no meio musical e já ter formado um público considerável e fiel. Em março de 2000, o Amaranto lançou, em Belo Horizonte, o seu primeiro CD. “Retrato da Vida”, que apresenta canções de Djavan, interpretadas pelo grupo e um variado conjunto instrumental. Ainda em 2000, no Prêmio Visa Edição Compositores, em São Paulo, o Amaranto representou, juntamente com a cantora Marina Machado, a obra do compositor mineiro Flávio Henrique. O show “Aos Olhos de Guignard”, resultado da parceria com Flávio e Marina, realizado em Belo Horizonte, foi gravado e deu origem ao aclamado CD homônimo, lançado em abril de 2001, com um show recorde de público no Museu Histórico Abílio Barreto (BH). No ano de 2003, o Amaranto lançou “Brasilêro”, seu terceiro CD – dirigido por Rodolfo Stroeter -, e contando com uma equipe de renomados instrumentistas, essencialmente com canções inéditas de compositores consagrados e de novos nomes da nossa música popular brasileira.

Em 2005, o Amaranto foi selecionado pelo projeto Rumos, do Itáu Cultural. Como prêmio, seu trabalho integra o CD "O Brasil em 9 CD's" e faz parte de uma coletânea de DVD's de shows gravados no auditório do Itaú Cultural. Em 2006, o Amaranto realizou um antigo projeto: a gravação e o lançamento do CD “Três Pontes”, seu primeiro trabalho dedicado ao público infantil, dirigido por Rodolfo Stroeter. Em 2009, o trio lançou o CD “Três Estações”, uma homenagem a Dorival Caymmi, gravado ao vivo em parceria com Geraldo Vianna e Fernando Brant.Em 2010, o Amaranto relançou seu primeiro CD, comemorando seus dez anos de lançamento. Em maio de 2011, lançou, em Belo Horizonte, o CD “Quarto Azul” e vem levando este novo trabalho a outras cidades do Brasil e do mundo.Em julho de 2012, estreou, com grande sucesso e ingressos esgotados, o espetáculo cênico-musical dedicado ao público infantil, “A Menina dos Olhos Virados”. Em 2014, estreou com sucesso, junto com o violonista Tabajara Belo o show em homenagem a Vinicius de Moraes.Em junho de 2015, será lançado o último trabalho do grupo, o livro/CD do espetáculo “A Menina dos Olhos Virados”.

Sobre a Gerdau

A Gerdau segue os princípios do desenvolvimento sustentável e acredita que o crescimento de uma empresa está diretamente ligado ao relacionamento ético e socialmente responsável com todos os públicos com os quais se relaciona. Com mais de 114 anos de história e presente em 14 países, por meio de operações que atuam nas várias etapas da indústria do aço, a Empresa tem trabalhado em iniciativas voltadas à educação, mobilização voluntária e qualidade em gestão. Em Minas Gerais, que possui riquezas históricas e culturais, a Gerdau também apoia projetos voltados à preservação do patrimônio.

A Companhia é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que estão ampliando o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Com mais de 45 mil colaboradores, a Gerdau possui plantas industriais nas Américas, na Europa e na Ásia.